Às 20h53 de ontem, 4, o TSE anunciou que Sergio Moro foi eleito governador do Paraná já no primeiro turno. O ex-juiz da Lava Jato, que colocou o Lula e dezenas de outros corruptos ladrões na cadeia, fez 3.127.911 votos, liquidando a fatura no primeiro turno (50,10%). O segundo colocado foi Sandro Alex com 1.583.764 votos (25,37%). O terceiro foi Requião Filho com 1.465.601 votos (23,47%).
Moro, atual senador, é do PL 22 de Bolsonaro. Sandro, deputado federal, é do PSD 55 de Ratinho Junior. Requião Filho, deputado estadual, é do PDT 12. Como este jornal não publica matérias escritas por IA e pensa e analisa os fatos de forma independente, a bem da verdade, ou seja, a realidade exata da situação, é que Sandro foi “surrado”. Apanhou feio. “Tomou no lombo”. Moro e o povo do Paraná tiraram a cinta, dobraram, pegaram a parte da fivela e “deram no lombo” do candidato escorado pela máquina pública. Foi isso que aconteceu. Isso explica a diferença brutal de votos.
Sandro, conhecido na campanha como “o pai do pedágio”, viu Moro fazer o dobro dos seus votos. Os números mostram que o paranaense quis mudar mesmo e dar um novo rumo ao Estado.
O primeiro discurso do governador eleito Sergio Moro
“Uma vitória contra toda a máquina. Contra todas as mentiras que colocaram contra a gente. E nós fizemos uma campanha limpa. Uma campanha propositiva, baseada apenas na verdade. Naquilo que a gente acredita”, disse Sergio Moro na primeira entrevista coletiva como governador eleito.
Com um discurso pragmático, Moro afirmou que irá iniciar um novo ciclo de desenvolvimento no Paraná, respeitando o que foi feito no passado e o que é feito no presente. “Nós vamos trabalhar para o cidadão paranaense. Vamos provar para o Paraná e para o Brasil que é possível fazer um governo honesto e eficiente”, ressaltou.
Intolerância contra qualquer tipo de desvio
Sergio Moro continuou o assunto combate à corrupção, relatando que será contra qualquer espécie de desvios. “Vamos fazer o Paraná uma terra segura para que possamos criar nossos filhos e nossas famílias. Nós vamos enfrentar pontos de estrangulamento econômico do Paraná, porque a gente acredita e sempre acreditou que, apesar de todo o orgulho que a gente tem nosso Estado, nós entendemos que o Paraná pode mais e o Paraná pode melhor. As urnas provaram que o Paraná não tem dono. Só quem manda no Paraná é a população paranaense.”
Máquina pública não irá mais determinar resultado de eleição no Paraná
Moro foi categórico ao declarar que irá trabalhar para todos os prefeitos, porque o importante é atender os cidadãos. “Nós corremos um grande risco aqui. De mais uma vez a máquina pública determinar o resultado de uma eleição, cerceando a liberdade política dos paranaenses. Jamais vamos permitir que isso aconteça novamente no nosso Estado. Vamos trabalhar para todos os cidadãos paranaenses. Vamos trabalhar com todos os prefeitos em parcerias, porque no final o que conta é atender o cidadão. Prefeitos que nos apoiavam nós contávamos nos dedos, mas tínhamos ao nosso lado os melhores prefeitos do Estado do Paraná. O Paraná não tem dono. Só quem manda no Paraná é a população paranaense”, afirmou o governador eleito.
Segundo turno começa já nesta segunda-feira
Questionado pelos jornalistas, Moro afirmou que, a partir desta segunda-feira, 5, irá trabalhar na eleição nacional, junto com o Flávio, para derrotar o Lula e aposentá-lo definitivamente. “Vamos trabalhar com sangue, suor e lágrimas para derrotar o projeto de poder do PT aqui no nosso País”, proclamou o governador eleito.
“Não descansaremos um dia, porque nós não aceitamos, as famílias brasileiras não aceitam alguém que foi condenado em várias instâncias criminalmente, foi beneficiado por uma artimanha jurídica e hoje comanda nosso País, levando nosso País à ruína. Agora, quero destacar uma coisa: o melhor governador do Brasil hoje se chama Tarcísio de Freitas. Ele é da oposição ao Lula. Exatamente um dos melhores. Ele está na oposição. Porque, se fosse aliado do Lula, certamente teria arruinado o Estado de São Paulo. E o paranaense deu um recado claro, que não aceita o Lula na presidência e não aceita aliados do Lula no Palácio Iguaçu e nós vamos seguir nessa linha”, concluiu Moro.






